ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA: FÁTIMA FONSECA
PRIMEIRA PARTE
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto seguinte.
O ritual brasileiro do trote
Estamos na época dos trotes em calouros de universidade, um ritual coletivo tão brasileirinho quanto o Carnaval e a carnavalização da Justiça nas CPIs. O trote é medieval como a universidade e quase deixou de existir em lugar civilizado. No Brasil, é um meio de reafirmar, na passagem para a vida adulta, que o jovem estudante pertence mesmo a uma sociedade autoritária, violenta e de privilégio.
Submissão e humilhação são a essência do rito, mas expressivas mesmo são suas formas: o calouro é muita vez obrigado a assumir o papel de pobre brasileiro. A humilhação também faz parte da iniciação universitária americana, embora nesse caso o rito marque a entrada na irmandade, sinal de exclusivismo e vivência de segredos de uma elite que se ressente da falta de aristocracia e de mistérios em sua sociedade ideologicamente igualitária e laica.
De início, como em um ritual, o jovem é descaracterizado e marcado fisicamente. É sujo de tinta, de lama, até de porcarias excrementícias; raspam sua cabeça. Ao mesmo tempo que apaga simbolicamente sua identidade, a pichação do calouro lhe confere a marca do privilegiado universitário (são poucos e têm cadeia especial!). Pais e estudantes se orgulham da marca suja e da violência.
Na mímica da humilhação dos servos, o jovem é colocado em fila, amarrado ou de mãos dadas, e conduzido pelas ruas, como se fazia com escravos, como a polícia faz com favelados. É jogado em fontes imundas, como garotos de rua. Deve esmolar para seu veterano-cafetão. Na aula-trote, o veterano vinga-se do professor autoritário ao encenar sua raiva e descarregá-la no calouro, com o que a estupidez se reproduz.
Como universidade até outro dia era privilégio oligárquico, o trote nasceu na oligarquia, imitada pelos arrivistas. Da oligarquia veio ainda o ritual universitário do assalto a restaurantes (‘pindura’), rito de iniciação pelo qual certa elite indica que se exclui da ordem legal dos comuns.
De vez em quando, ferem, aleijam ou matam um garoto na cretinice do trote. Ninguém é punido. Os oligarcas velhos revelam: ‘acidente’. Não, não: é tudo de propósito. (Vinicius Torres Freire. In: Folha de S.Paulo, 13/02/2006.)
Arrivista: Pessoa inescrupulosa, que quer vencer na vida a todo custo. (Dicionário Aurélio Eletrônico. Versão 2.0.)
01. O texto , por suas características, pode ser classificado como
A) uma notícia
B) um conto
C) um artigo
D) uma resenha
02.O ritual humilhante do trote é considerado pelo autor do Texto 1 como
A) tentativa de imitação de sociedade ideologicamente exclusivista e aristocrática, excessivamente indulgente para com o período da adolescência.
B) concretização da pobreza em que vive o espírito dos adolescentes movido pela mentalidade das elites capitalistas.
C) carnavalização da justiça, uma vez que os calouros assumem o papel de pobres, numa imitação da realidade dos que, raramente, chegam à universidade.
D) privilégio da elite, como a indicar uma marca de poucos — especiais — que passaram no teste para entrar na universidade.
03.Na visão dos oligarcas [§5] o objetivo da ‘pindura’ é
A) diversão.
B) confrontação.
C) agressão.
D) distinção.
04.No terceiro parágrafo, pode-se afirmar que o autor usa a expressão contida nos parênteses para
A) acentuar a enorme diferença social que existe no Brasil entre os mais e os menos ricos.
B) provocar um efeito de ironia, uma vez que uma das marcas citadas não parece ser privilégio.
C) chamar a atenção para o que os pais desejam para os filhos quando se orgulham de suas marcas de universitários.
D) refletir sobre a legitimidade de um ritual que acentua o privilégio das oligarquias no Brasil.
05. Considere o trecho: “Estamos na época dos trotes em calouros de universidade, um ritual coletivo tão brasileirinho quanto o Carnaval e a carnavalização da Justiça nas CPIs.” A frase em destaque revela
A) uma ironia, contradizendo a idéia da frase anterior.
B) uma ironia, justificando a idéia da frase anterior.
C) uma explicação, somente, para justificar a frase anterior.
D) uma explicação, contradizendo a frase anterior
06. No trecho: “No Brasil, é um meio de reafirmar, na passagem para a vida adulta, que o jovem estudante pertence mesmo a uma sociedade autoritária, violenta e de privilégio.” A oração em destaque é classificada como na opção:
A) parece que o trote, nesse ano, será bem duro de agüentar.
B) Os estudantes sérios visam ao trote cidadão.
C) Consta que o trote violento não agrada.
D) Não sabemos como o trote começou.
07.Considere o excerto abaixo:
No Brasil, é um meio de reafirmar, na passagem para a vida adulta, que o jovem estudante pertence mesmo a uma sociedade autoritária, violenta e de privilégio. (1º parágrafo)
Preserva-se o sentido da frase acima, caso a palavra em destaque seja substituída por
A) ainda.
B) também
C) porém.
D) realmente.
08.Quais conectivos NÃO podem ser colocados entre a primeira e a segunda frase e, entre esta e a terceira, respectivamente, preservando-se o sentido proposto pelo texto?
De vez em quando, ferem, aleijam ou matam um garoto na cretinice do trote. Ninguém é punido. Os oligarcas velhos revelam: ‘acidente’. (Texto 1, linhas 22 e 23)
A) pois; e.
B) porém; pois.
C) e; porque.
D) porque; mas.
09.Assinale a opção que indica o efeito sintático-semântico provocado pelo emprego do ponto e vírgula no trecho abaixo:
A) conseqüência
B) conclusão
C) ênfase
D) contradição
10. Considere o trecho: “É sujo de tinta, de lama, até de porcarias excrementícias;” os termos em destaque exercem função sintática como na opção:
A) ”... o jovem estudante pertence mesmo a uma sociedade autoritária, violenta e de privilégio”.[§1]
B) “o calouro é muita vez obrigado a assumir o papel de pobre brasileiro”.”[§2]
C) Submissão e humilhação são a essência do rito.[ §2]
D) “a carnavalização da Justiça nas CPIs” [§1]
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Proposta de redação: dependência ou não do petróleo
TRECHO 1
O mundo se prepara para diminuir a dependência do petróleo, mas enfrenta dificuldades: este é um recurso que move a economia mundial, é cobiçado por todos os países, garante o direito de ir e vir e está presente em quase tudo que nos cerca.
Diante da escassez anunciada, dos preços em alta e da ameaça do aquecimento global, produtoras e distribuidoras investem pesadamente em opções alternativas. Montadoras testam novas tecnologias para mover carros e caminhões. Mas a tarefa é quase impossível. A queda na produção de petróleo influenciaria a quantidade e o tipo de bens produzidos na economia mundial – e não se está falando apenas de energia e transporte.
Formado por uma mistura de compostos, o petróleo é matéria-prima essencial nas indústrias de tintas, ceras, vernizes, resinas, pneus, borrachas, fósforos, fertilizantes, alimentos. A partir de seu refino, são extraídos, entre outros, gasolina, diesel, querosene, óleo combustível, lubrificante e parafina. Assim, não é à toa que ele tenha sido apelidado de “ouro negro”.
Trecho 2
O petróleo nosso de cada dia
O petróleo está tão integrado ao nosso cotidiano, que não notamos a sua presença, mesmo que indireta, na maioria dos produtos.
Sacolas de supermercados, escovas de dente, analgésicos, tapetes, mamadeiras, potes de plástico,CDs DVDs, sabão em pó, meias de náilon, camisas e colchões
Trecho 3
A estratégia das fontes renováveis
Em tempos de busca de outras fontes de energia renováveis, os especialistas se voltaram para a energia solar, dos ventos e da biomassa, que, até há pouco tempo, estavam desacreditadas por questões de preço e desenvolvimento tecnológico. Hoje, elas atendem a 18% do consumo e a tendência é de expansão.
Com base nas informações contidas nesses quatro trechos e em seu conhecimento de mundo,
REDIJA um artigo de opinião, respondendo à pergunta-título da reportagem:
É possível viver sem petróleo?
Apresente argumentos relevantes e coerentes, que justifiquem seu ponto de vista.
O mundo se prepara para diminuir a dependência do petróleo, mas enfrenta dificuldades: este é um recurso que move a economia mundial, é cobiçado por todos os países, garante o direito de ir e vir e está presente em quase tudo que nos cerca.
Diante da escassez anunciada, dos preços em alta e da ameaça do aquecimento global, produtoras e distribuidoras investem pesadamente em opções alternativas. Montadoras testam novas tecnologias para mover carros e caminhões. Mas a tarefa é quase impossível. A queda na produção de petróleo influenciaria a quantidade e o tipo de bens produzidos na economia mundial – e não se está falando apenas de energia e transporte.
Formado por uma mistura de compostos, o petróleo é matéria-prima essencial nas indústrias de tintas, ceras, vernizes, resinas, pneus, borrachas, fósforos, fertilizantes, alimentos. A partir de seu refino, são extraídos, entre outros, gasolina, diesel, querosene, óleo combustível, lubrificante e parafina. Assim, não é à toa que ele tenha sido apelidado de “ouro negro”.
Trecho 2
O petróleo nosso de cada dia
O petróleo está tão integrado ao nosso cotidiano, que não notamos a sua presença, mesmo que indireta, na maioria dos produtos.
Sacolas de supermercados, escovas de dente, analgésicos, tapetes, mamadeiras, potes de plástico,CDs DVDs, sabão em pó, meias de náilon, camisas e colchões
Trecho 3
A estratégia das fontes renováveis
Em tempos de busca de outras fontes de energia renováveis, os especialistas se voltaram para a energia solar, dos ventos e da biomassa, que, até há pouco tempo, estavam desacreditadas por questões de preço e desenvolvimento tecnológico. Hoje, elas atendem a 18% do consumo e a tendência é de expansão.
Com base nas informações contidas nesses quatro trechos e em seu conhecimento de mundo,
REDIJA um artigo de opinião, respondendo à pergunta-título da reportagem:
É possível viver sem petróleo?
Apresente argumentos relevantes e coerentes, que justifiquem seu ponto de vista.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Notícia: suspeita de fraude, o MEC cancela o ENEM!
MEC cancela Enem por suspeita de fraude e estuda remarcar prova em 45 dias.
Atualizada às 9h25O
Ministério da Educação cancelou na madrugada desta quinta-feira (1º) a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que seria aplicada neste final de semana em todo o país. Há suspeita de fraude e de que o conteúdo da prova tenha vazado. Ainda não há nova data para a prova.
A decisão foi tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após ter sido alertado pela reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo' sobre a quebra do sigilo do exame. Um homem, de acordo com a reportagem, tentou vender uma cópia da prova ao jornal por R$ 500 mil. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1 hora da madrugada desta quinta (1), por telefone.
veja mais em: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/10/01/ult105u8763.jhtm
Atualizada às 9h25O
Ministério da Educação cancelou na madrugada desta quinta-feira (1º) a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que seria aplicada neste final de semana em todo o país. Há suspeita de fraude e de que o conteúdo da prova tenha vazado. Ainda não há nova data para a prova.
A decisão foi tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após ter sido alertado pela reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo' sobre a quebra do sigilo do exame. Um homem, de acordo com a reportagem, tentou vender uma cópia da prova ao jornal por R$ 500 mil. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1 hora da madrugada desta quinta (1), por telefone.
veja mais em: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/10/01/ult105u8763.jhtm
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Para começo de conversa...
Uma dissertação bem redigida apresenta necessariamente, perfeita articulação de idéias. Para obtê-la, é necessário promover o encandeamento semântico (significado, idéias) e o encandeamento sintático (mecanismos que ligam uma oração à outra). A coesão (elemento da frase é retomado na frase B) é obtida, principalmente, através dos elementos de ligação que proporcionam as relações necessárias à integração harmoniosa de orações e parágrafos em torno de um mesmo assunto (eixo temático)
A coesão entre as orações, períodos e parágrafos dissertativos é obtida pelos elementos de ligação, que são os advérbios, as conjunções, as preposições.
Num levantamento detalhado, Othon Moacyr Garcia ( Comunicação e Prosa Moderna) arrolou os mais usuais elementos de ligação empregados na dissertação _ advérbios, locuções, conjunções e preposições Os itens seguintes encerram o significado de cada grupo de elementos de ligação.
Prioridade e relevância
Em primeiro lugar, antes de mais nada, primeiramente, acima de tudo, principalmente, primordialmente, sobretudo.
Tempo (freqüência, duração, ordem, sucessão, anterioridade, posterioridade)
Então, enfim, logo, logo depois, imediatamente, logo após, a princípio, pouco, antes, pouco depois, anteriormente, posteriormente, em seguida, afinal, por fim, finalmente, agora, atualmente, hoje, freqüentemente, constantemente, às vezes, eventualmente, por vezes, ocasionalmente, sempre, raramente, não raro, ao mesmo tempo, simultaneamente, nesse ínterim, nesse meio tempo, enquanto isso e as conjunções temporais.
Semelhança, comparação, conformidade
Igualmente, da mesma forma, assim também, do mesmo modo, similarmente, semelhantemente, analogamente, por analogia, de maneira, idêntica, de conformidade com, de acordo com, segundo, conforme, sob o mesmo ponto de vista e as conjunções comparativas.
Adição, continuação
Além disso, (a) demais, outrossim, ainda mais, ainda por cima, por outro lado, também e as conjunções aditivas (e, nem, não só... mas também etc.)
Dúvida
Talvez, provavelmente, possivelmente, quiçá, quem sabe, é provável, não é certo, se é que.
Certeza, ênfase
De certo, por certo, certamente, indubitavelmente, inquestionavelmente, sem dúvida, inegavelmente, com toda a certeza.
Surpresa, imprevisto
Inesperadamente, inopinadamente, de súbito, imprevistamente, surpreendentemente.
Ilustração, esclarecimento
Por exemplo, isto é, quer dizer, em outras palavras, ou por outra, a saber.
Propósito, intenção, finalidade
Com o fim de, a fim de, com o propósito de.
Lugar, proximidade, distância
Perto de, próximo a ou de, junto a ou de, dentro, fora, mais adiante, além, acolá, outros advérbios de lugar, algumas outras preposições e os pronomes demonstrativos.
Resumo, recapitulação, conclusão
Em suma, em síntese, em conclusão, enfim, em resumo, portanto.
Causa, conseqüência
Daí, por conseqüência, por seguinte, como resultado, por isso, por causa de, em virtude de, assim, de fato, com efeito e as conjunções causais, conclusivas e explicativas.
Contraste, oposição, restrição, ressalva
Pelo contrário, em contraste com, salvo, exceto, menos e as conjunções adversativas e concessivas.
Referência em geral
Os pronomes demonstrativos “este” (o mais próximo), “aquele” (o mais distante), “esse” (posição intermediária: o que está perto da pessoa com quem se fala); os pronomes pessoais; repetições da mesma palavra, de um sinônimo, perífrase ou variante sua; os pronomes adjetivos (último, penúltimo, antepenúltimo, anterior, posterior); os numerais ordinais (primeiro, segundo etc.).
A coesão entre as orações, períodos e parágrafos dissertativos é obtida pelos elementos de ligação, que são os advérbios, as conjunções, as preposições.
Num levantamento detalhado, Othon Moacyr Garcia ( Comunicação e Prosa Moderna) arrolou os mais usuais elementos de ligação empregados na dissertação _ advérbios, locuções, conjunções e preposições Os itens seguintes encerram o significado de cada grupo de elementos de ligação.
Prioridade e relevância
Em primeiro lugar, antes de mais nada, primeiramente, acima de tudo, principalmente, primordialmente, sobretudo.
Tempo (freqüência, duração, ordem, sucessão, anterioridade, posterioridade)
Então, enfim, logo, logo depois, imediatamente, logo após, a princípio, pouco, antes, pouco depois, anteriormente, posteriormente, em seguida, afinal, por fim, finalmente, agora, atualmente, hoje, freqüentemente, constantemente, às vezes, eventualmente, por vezes, ocasionalmente, sempre, raramente, não raro, ao mesmo tempo, simultaneamente, nesse ínterim, nesse meio tempo, enquanto isso e as conjunções temporais.
Semelhança, comparação, conformidade
Igualmente, da mesma forma, assim também, do mesmo modo, similarmente, semelhantemente, analogamente, por analogia, de maneira, idêntica, de conformidade com, de acordo com, segundo, conforme, sob o mesmo ponto de vista e as conjunções comparativas.
Adição, continuação
Além disso, (a) demais, outrossim, ainda mais, ainda por cima, por outro lado, também e as conjunções aditivas (e, nem, não só... mas também etc.)
Dúvida
Talvez, provavelmente, possivelmente, quiçá, quem sabe, é provável, não é certo, se é que.
Certeza, ênfase
De certo, por certo, certamente, indubitavelmente, inquestionavelmente, sem dúvida, inegavelmente, com toda a certeza.
Surpresa, imprevisto
Inesperadamente, inopinadamente, de súbito, imprevistamente, surpreendentemente.
Ilustração, esclarecimento
Por exemplo, isto é, quer dizer, em outras palavras, ou por outra, a saber.
Propósito, intenção, finalidade
Com o fim de, a fim de, com o propósito de.
Lugar, proximidade, distância
Perto de, próximo a ou de, junto a ou de, dentro, fora, mais adiante, além, acolá, outros advérbios de lugar, algumas outras preposições e os pronomes demonstrativos.
Resumo, recapitulação, conclusão
Em suma, em síntese, em conclusão, enfim, em resumo, portanto.
Causa, conseqüência
Daí, por conseqüência, por seguinte, como resultado, por isso, por causa de, em virtude de, assim, de fato, com efeito e as conjunções causais, conclusivas e explicativas.
Contraste, oposição, restrição, ressalva
Pelo contrário, em contraste com, salvo, exceto, menos e as conjunções adversativas e concessivas.
Referência em geral
Os pronomes demonstrativos “este” (o mais próximo), “aquele” (o mais distante), “esse” (posição intermediária: o que está perto da pessoa com quem se fala); os pronomes pessoais; repetições da mesma palavra, de um sinônimo, perífrase ou variante sua; os pronomes adjetivos (último, penúltimo, antepenúltimo, anterior, posterior); os numerais ordinais (primeiro, segundo etc.).
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- A principal função desse blog é auxiliar a compreenção dos assuntos de redação aos vestibulandos!Pedimos a colaboração de todos. Bons estudos!